Atualizado em 22 de fevereiro de 2018 às 12:12

Atleta olímpico de tiro esportivo promove treinamento em Bagé

Francisco Bosco Atividade ocorreu nas instalações do clube

Francisco Bosco - Atividade ocorreu nas instalações do clube

O Clube de Tiro e Caça de Bagé disponibilizou, aos sócios, um treinamento com o atleta Roberto Schmits, 50 anos, da modalidade de “fossa olímpica”. A atividade, cujo foco foi direcionado para a prática de trap (tiro ao prato), ocorreu entre terça-feira e ontem. O atirador ostenta um extenso currículo dentro do esporte, como integrante da equipe brasileira desde 2005, e 28ª colocado do ranking mundial da modalidade. Destaque, também, para a participação nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016. Conforme o presidente do clube, Isidoro de León, a vinda do atirador foi intermediada pelos sócios Ramiro Suarez e Ricardo Zuliani, que tiveram como finalidade oferecer qualificação aos integrantes.

Natural de Novo Hamburgo e radicado em Canela, Schmits conta que aderiu à prática do tiro esportivo com apenas 8 anos, por influência do pai, que participava do Citadino Hamburguense, na década de 70. Desde 2005, integra a seleção brasileira, fato que proporcionou que Schmits disputasse competições em 49 países. O título mais recente foi o Campeonato Brasileiro, em 2017, pela modalidade fossa olímpica. Ele também comemora a oportunidade de ter disputado uma olimpíada. “Poucos sabem, mas a primeira medalha de ouro obtida pelo Brasil, numa olimpíada, foi no tiro esportivo. Isso em 1920, na Antuérpia, com Guilherme Paraense, no tiro rápido de 25 metros. Ele ganhou com a arma emprestada de um adversário. Sempre dissemos: não importa o equipamento, o que importa é a cabeça”, salienta.

Projeções e contexto nacional

Francisco Bosco Schmits é 28º no ranking mundial

Francisco Bosco Schmits é 28º no ranking mundial

Em 2018, o atirador projeta ingressar no top 10 do ranking mundial. Para isso, disputará o mundial e a Copa do Mundo, que será desenvolvida em quatro etapas. A primeira é nesse mês, em Guadalajara (México). “Creio que até 2020 consigo manter uma alta performance. Faz 17 anos que trabalho exclusivamente com o que gosto de fazer. Sou atleta e professor de tiro. O berço do esporte é a Itália. O Brasil tem potencial, porém, carece de apoio e de uma legislação menos burocrática. Sobre o clube de Bagé, a nota é 10. O esporte me proporcionou fazer muitos amigos na cidade”, conclui.

Fonte Jornal Folha do Sul

 
 
 

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