Atualizado em 3 de outubro de 2017 às 18:43

Mais de três mil cidadãos visitaram a Feira do Livro

João A. M. Filho  Moura destaca emoção expressada pelas crianças

João A. M. Filho - Moura destaca emoção expressada pelas crianças

Na Feira do Livro de Bagé, realizada, nesta edição, por meio de uma parceria entre o Sesc e a Secretaria de Cultura e Turismo, até o turno da manhã de ontem, conforme a organização, haviam sido vendidos, aproximadamente, 1 550 exemplares. Além disso, recebeu cerca de 3 670 visitantes.
O quarto dia de feira foi cheio de atrações, entre elas, a apresentação de uma história com fantoches: “Prenda de Neve”, que faz parte do projeto de literatura “Soltando a imaginação: ler e (re)criar”, da Escola de Estadual de Ensino Médio Luiz Maria Ferraz.
A professora responsável pelo projeto, Vera Vigil, explica que o trabalho é desenvolvido pelos alunos do primeiro ano do Ensino Médio, com o primeiro e segundo ano do Ensino Fundamental. “Ele existe desde 2011, é desenvolvido dentro da escola, e agora recebemos esse convite”, diz.
Para Vera, esta é uma oportunidade de transmitir para as outras instituições o que é realizado na escola, que busca, “por meio da leitura, desenvolver a criatividade e senso critico”. Ela comenta: “Toda semana é trabalhada uma nova história com as crianças. O projeto é realizado durante o ano todo”.
Uma das alunas do primeiro ano do Ensino Médio, que apresentou a peça, Andrina Rodrigues, 16 anos, relata que escolhe com as crianças qual será a história trabalhada. “Eles gostam de contos de aventura e romance”, salienta. Andrina diz que é a primeira vez que se apresenta em local público. “Geralmente, faço isso na escola”, ressalta.
A jovem ainda explica que acha importante e interessante a integração que acontece entre as turmas. “Acho muito legal esse trabalho”, argumenta.

Patrono avalia período
O patrono desta edição, o escritor Elieser Moura, relata que a expectativa é de encerrar a feira da melhor forma possível. “É um evento que está bem organizado, que foi planejado”, comenta. Moura destaca que a escolha por um novo local foi um acerto. “A prova disso é que no domingo choveu e nós estávamos com o espaço cheio. É resultado de uma boa organização”, salienta.
O escritor comenta: o que mais tem gostado no evento é a reação das crianças. “Quando trabalhamos para este público, é impossível não notar a reação delas, o que mais tem me chamado a atenção é a emoção que causam as peças e a literatura nelas”, aponta.
Para concluir, Moura diz que o ambiente da mostra é saudável. “Nós mesmos nos motivamos. Estamos todos entrosados, nos desejamos um bom descanso no final do dia”, completa, sobre o clima entre os envolvidos.

Fonte Jornal Folha do Sul

 
 
 

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