Atualizado em 17 de abril de 2017 às 12:41

Bufões da Rainha recriam Paixão e Morte de Jesus Cristo

Momento da crucificação

Na tarde de sábado, na igreja de Nossa Senhora da Conceição, integrantes da companhia de teatro Bufões da Rainha começaram suas participações na Paixão e Morte de Jesus Cristo com leitura sobre os biomas, cuja autoria é da poeta Gladis Deble. Uma referência à Campanha da Fraternidade deste ano: “Biomas brasileiros e defesa da vida”. Aliás, logo na entrada, os fiéis puderam conferir intervenções que buscavam, justamente, apresentar os biomas. Verdes vivos lembravam o ambiente rural, com imagens que remetiam aos campos e planícies.
Após, uma leitura dramática apresentou aos fiéis, que lotaram a igreja, momentos anteriores e a crucificação de Jesus Cristo, assim como seu sepultamento. Passagens que emocionaram os cristãos e os atores.
Flávio Soares, de 52 anos, encena a crucificação de Jesus Cristo, como o personagem principal, há mais de 20 anos. Ele garante que é sempre uma emoção e uma oportunidade para renovar sua fé. Elucida que mesmo que todos conheçam a história, a cada ano, a emoção do público é distinta e muito grande. “É sempre bom lembrar o sentido da Páscoa”, falou, em referência a renovação da fé dos artistas e dos fiéis.
O diretor Sávio Machado justificou que a proposta sempre é aliar arte e religiosidade, “reforçando em todos a sensibilidade e a fé”. O bispo Dom Gílio Felício falou sobre a importância da temática da Campanha da Fraternidade, ao elucidar que cuidar da natureza “é uma forma de amar a Deus”. Por isso, destacou que é preciso “cultivar e cuidar a criação, aproveitando-a de uma forma justa e fraterna”.

Fonte Jornal Folha do Sul

 
 
 

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